Com tecnologia de realidade aumentada, exposição apresenta o trabalho de Emílio Goeldi, cientista suíço que chegou ao Brasil no século 19 para estudar a biodiversidade amazônica
Em visita ao Brasil, a presidente da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, Patricia LoRusso, concedeu entrevista exclusiva à Agência FAPESP, na qual falou sobre a importância de atrair jovens pesquisadores para o estudo da oncologia, o futuro da pesquisa clínica em câncer e potenciais novas descobertas na área
Tema foi debatido na sede da FAPESP pelos participantes do AACR on Campus Brazil, evento voltado a profissionais em início de carreira, promovido pela Associação Americana para Pesquisa do Câncer e pela USP
Correlação entre os dois sintomas da doença foi observada por pesquisadores da Unesp e da Universidade de Grenoble, na França, após a análise sistemática de 20 estudos sobre o tema
Acordo de Cooperação Técnica entre as instituições foi firmado ontem, em evento realizado na sede da Fiesp. Recursos serão destinados a pesquisas nas áreas de Open RAN e Terapias Avançadas
Grupo do Instituto de Física de São Carlos da USP ficou em segundo lugar no concurso Vesuvius Challenge 2023. Objetivo foi identificar o conteúdo dos documentos de quase 2 mil anos sem danificá-los
Eventos simultâneos em Campinas abordarão temas de oncologia, terapias, física médica, onco-hematologia e pesquisa. Prazo para envio de trabalhos vai até 29 de fevereiro
Promovido pela Associação Americana para Pesquisa do Câncer e pela USP, o AACR on Campus Brazil teve início na segunda-feira. Também nesse dia foi inaugurado o Centro de Estudos e Tecnologias Convergentes para Oncologia de Precisão, com sedes no Icesp e no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
Publicada na revista Nature, estimativa é de que 2,24% das espécies arbóreas da Amazônia, África e Sudeste Asiático correspondam a 50% dos 800 bilhões de árvores do bioma tropical. Listagem das hiperdominantes, como são chamadas, ajuda cientistas a medir com mais precisão processos como estocagem de carbono
Com base em revisão de estudos sobre o tema, pesquisadores concluem que, apesar de estar associado a transtornos psiquiátricos, o escapismo pode, dependendo do contexto, estimular a confiança, a determinação e o sentimento de pertencimento em comunidades virtuais, além de diminuir a solidão