O último fascículo examina as oportunidades oferecidas pela ciência e os grandes desafios para fazer o Brasil avançar em áreas estratégicas para o seu desenvolvimento
Projeto pretende mapear e classificar os hábitats marinhos por imagens acústicas e digitais para identificar os equipamentos de pesca perdidos, abandonados ou descartados em unidades de conservação
Documento base foi apresentado em evento virtual realizado na semana passada e disponível no YouTube. Contribuições da comunidade acadêmica serão recebidas até 29 de abril
Oportunidade se destina a profissional com experiência em programação na linguagem Python. Um dos objetivos do projeto é analisar 10 mil genomas de Salmonella spp.
O aumento na duração da estação seca resultou em diminuição da cobertura arbórea e expansão da vegetação de tipo savânica ou campestre no Cerrado. Mudança climática em curso pode levar a situação semelhante no final do século 21
Objetivo do grupo é apoiar o Estado de São Paulo no desenvolvimento de políticas públicas socioambientais relacionadas à sustentabilidade agrícola, restauração ecológica, controle de zoonoses e prevenção de doenças em áreas urbanas
Explosão de novas espécies teria ocorrido entre um e três milhões de anos atrás, quando o bioma brasileiro se ampliava. O recente avanço da agropecuária na região, porém, parece estar reduzindo essa biodiversidade e selecionando espécies prejudiciais para a agricultura
Evento promovido pelo Programa BIOTA-FAPESP homenageia dois ícones da pesquisa em biodiversidade, destacando a importância de suas contribuições para o avanço do conhecimento científico no país
Por meio de sequenciamento genético, cientistas já identificaram 79 espécies diferentes na costa brasileira, que servem de abrigo para inúmeras criaturas marinhas. E ainda há uma grande variedade a ser explorada em águas profundas
No Instituto de Química, bolsistas participarão de projeto que tem como objetivo a síntese de várias estruturas complexas inspiradas em produtos naturais
Com 50 milhões de hectares de terras reflorestáveis, o país poderá contribuir decisivamente para a viabilização das metas de redução do aquecimento global. E fazer disso um grande negócio. Cenário foi apresentado em webinário promovido pelo Programa BIOTA-FAPESP
Lançada conjuntamente por FAPESP e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, chamada recebe propostas até 31 de março de 2022
Pesquisadoras da Unicamp organizaram segundo volume de obra que reúne informações taxonômicas sobre 225 espécies, direcionada a pesquisadores e estudantes. Com 1.200 imagens, o trabalho é resultado de grandes projetos de pesquisa, alguns realizados no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP
Pesquisa publicada na Science aponta que recuperação de áreas pode ser rápida, contribuindo para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e conservar a biodiversidade
Projeto visa aprimorar as análises da multifuncionalidade da floresta restaurada usando abordagens ecológicas e de sensoriamento remoto para produzir mapas temáticos que sustentem políticas públicas
Professor e pesquisador do Instituto de Biologia da Unicamp, Joly foi um dos criadores do Programa BIOTA-FAPESP e se destacou não apenas pelo trabalho acadêmico, mas também pela capacidade de influenciar políticas públicas
Iniciativa voltada a professores do ensino básico é vinculada ao Programa BIOTA-FAPESP. As aulas serão realizadas entre os dias 10 e 14 de janeiro de 2022
Avaliação é de especialistas reunidos em seminário organizado pela FAPESP para debater a COP26 – conferência internacional realizada na Escócia entre 31 de outubro e 13 de novembro
Trabalho de campo conduzido por pesquisadores da Unesp mostra que esses grandes mamíferos ajudam a equilibrar áreas com diferentes níveis de produtividade dentro de biomas como a Mata Atlântica e a estruturar espacialmente as comunidades de plantas
Bolsista participará de projeto que investiga a composição e a função de venenos de serpentes, bem como sua correlação com processos de evolução e especiação
Estudo feito por pesquisadores da USP conclui que ganho financeiro relativo dos municípios cai à medida que o número de unidades de conservação aumenta. Além disso, o sistema fiscal estimula principalmente a implantação de Áreas de Proteção Ambiental (APAs), que têm menos restrições ao uso da terra