Lançada conjuntamente por FAPESP e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, chamada recebe propostas até 31 de março de 2022
Pesquisadoras da Unicamp organizaram segundo volume de obra que reúne informações taxonômicas sobre 225 espécies, direcionada a pesquisadores e estudantes. Com 1.200 imagens, o trabalho é resultado de grandes projetos de pesquisa, alguns realizados no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP
Pesquisa publicada na Science aponta que recuperação de áreas pode ser rápida, contribuindo para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e conservar a biodiversidade
Projeto visa aprimorar as análises da multifuncionalidade da floresta restaurada usando abordagens ecológicas e de sensoriamento remoto para produzir mapas temáticos que sustentem políticas públicas
Professor e pesquisador do Instituto de Biologia da Unicamp, Joly foi um dos criadores do Programa BIOTA-FAPESP e se destacou não apenas pelo trabalho acadêmico, mas também pela capacidade de influenciar políticas públicas
Iniciativa voltada a professores do ensino básico é vinculada ao Programa BIOTA-FAPESP. As aulas serão realizadas entre os dias 10 e 14 de janeiro de 2022
Avaliação é de especialistas reunidos em seminário organizado pela FAPESP para debater a COP26 – conferência internacional realizada na Escócia entre 31 de outubro e 13 de novembro
Trabalho de campo conduzido por pesquisadores da Unesp mostra que esses grandes mamíferos ajudam a equilibrar áreas com diferentes níveis de produtividade dentro de biomas como a Mata Atlântica e a estruturar espacialmente as comunidades de plantas
Bolsista participará de projeto que investiga a composição e a função de venenos de serpentes, bem como sua correlação com processos de evolução e especiação
Estudo feito por pesquisadores da USP conclui que ganho financeiro relativo dos municípios cai à medida que o número de unidades de conservação aumenta. Além disso, o sistema fiscal estimula principalmente a implantação de Áreas de Proteção Ambiental (APAs), que têm menos restrições ao uso da terra
Evento promovido pelo Programa BIOTA-FAPESP e pelo SinBiose reuniu pesquisadores dos Estados Unidos e do Canadá para promover a troca de experiências e ajudar a implementar a ciência de síntese no Brasil
Estudo publicado na revista Frontiers in Marine Science é o primeiro a prever o impacto de mudanças de longo prazo na temperatura da superfície oceânica sobre a diversidade microbiana local; metodologia também é inovadora
Pesquisadores constataram na Mata Atlântica mortandade sem precedentes de sapinhos que se desenvolvem longe da água com sinais de infecção pelo fungo quitrídio. Episódio coincidiu com período atípico de seca, que pode ter levado os animais a procurar corpos d’água onde patógeno prolifera
Em 2020, a Fundação destinou R$ 978,3 milhões ao fomento de 21.233 projetos de pesquisa. Também foram anunciadas 13 novas chamadas de propostas em parceria com organizações estrangeiras e firmados sete novos acordos internacionais de cooperação científica
Durante o evento, foram apresentados resultados preliminares do projeto Conexão Mata Atlântica – uma iniciativa do MCTI apoiada pela FAPESP. Dados podem contribuir, por exemplo, para melhorar a gestão de unidades de conservação e orientar pagamentos por serviços ambientais
Estudo da USP mostra que, nas partes mais largas do rio Negro, certas plantas que existem em uma margem não existem na outra. Mas, no conjunto, a grande variedade de espécies está mais ligada a fatores ecológicos do que geográficos
Análises de material de coleções de dez países permitiram a pesquisadores descrever a história evolutiva de insetos conhecidos por suas larvas comedoras de fungos; trabalho de mais de cem páginas ocupa volume inteiro de prestigiada publicação do Museu Americano de História Natural
Num cenário de mudanças climáticas e pouca fiscalização, a chegada da estação seca favorece queimadas de grandes proporções, como a ocorrida no Pantanal em 2020. Para evitar novas tragédias, pesquisadores defendem a implantação de uma política de gestão integrada do fogo
Pesquisadores analisam estratégias de conservação de ecossistemas e recuperação de áreas degradadas na segunda edição da série Conferências FAPESP 60 anos
Estiagem e incêndios florestais associados ao El Niño de 2015-2016 causaram, até três anos após o evento climático, a perda de 3 bilhões de plantas e a emissão de 495 milhões de toneladas do gás de efeito estufa – quantidade superior à perdida anualmente com o desmatamento em toda a Amazônia brasileira
Especialistas debaterão perspectivas para a construção de uma agenda baseada em ciência capaz de enfrentar de forma integrada dois grandes desafios da atualidade: a mudança no clima e a perda de espécies