Para realizar o estudo são convidados homens e mulheres, a partir de 50 anos, que tenham diagnóstico de DPOC, estejam em acompanhamento médico, apresentem sensação de falta de ar e tenham capacidade reduzida para caminhar ou subir escadas (imagem: kalhh/Pixabay)

Saúde
Grupo da UFSCar busca voluntários para estudo sobre doença pulmonar obstrutiva crônica
25 de fevereiro de 2026

Objetivo é avaliar os efeitos de um programa de reabilitação associado a estratégias de mudança de comportamento para o exercício físico

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Objetivo é avaliar os efeitos de um programa de reabilitação associado a estratégias de mudança de comportamento para o exercício físico

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Para realizar o estudo são convidados homens e mulheres, a partir de 50 anos, que tenham diagnóstico de DPOC, estejam em acompanhamento médico, apresentem sensação de falta de ar e tenham capacidade reduzida para caminhar ou subir escadas (imagem: kalhh/Pixabay)

 

Agência FAPESP – Uma pesquisa em andamento no Laboratório de Espirometria e Fisioterapia Respiratória da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) investiga os efeitos de um programa de reabilitação pulmonar associado a estratégias de mudança de comportamento para o exercício físico em pessoas portadoras de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

O estudo é financiado pela FAPESP e conduzido pelos doutorandos Fernanda Manenti Basso e Tiago Almeida de Araújo, ambos da UFSCar, sob orientação e coordenação de Valéria Amorim Pires Di Lorenzo, professora do Departamento de Fisioterapia da UFSCar.

A DPOC é uma condição inflamatória dos pulmões caracterizada pela limitação crônica do fluxo de ar, que não é totalmente reversível. É causada principalmente pela inalação de partículas nocivas, como a fumaça de cigarro, e pode levar a sintomas como falta de ar, tosse constante e chiado ao respirar.

A doença inclui condições como bronquite crônica e enfisema, sendo importante buscar tratamento para a qualidade de vida do paciente.

De acordo com Lorenzo, o programa de treinamento físico tem como objetivo melhorar os sintomas de dispneia, fadiga e aumentar a tolerância ao exercício. “A associação de estratégias de mudança de comportamento em relação ao exercício físico a um programa de treinamento físico pode proporcionar um estilo de vida mais ativo e os benefícios do tratamento podem durar por mais tempo e melhorar a qualidade de vida dessas pessoas”, afirmou a coordenadora da pesquisa à Assessoria de Imprensa da UFSCar.

Para realizar o estudo são convidados homens e mulheres, a partir de 50 anos, que tenham diagnóstico de DPOC, estejam em acompanhamento médico, apresentem sensação de falta de ar e tenham capacidade reduzida para caminhar ou subir escadas.

Os participantes passarão por dois dias de avaliação e, após essa etapa, será feita a reabilitação, que ocorrerá três vezes por semana durante três meses, sendo duas sessões presenciais na UFSCar e uma sessão não presencial orientada por meio de cartilhas e instruções específicas de exercícios. Depois de seis meses da conclusão do programa de reabilitação, os participantes serão submetidos às mesmas avaliações, como forma de acompanhamento.

Os interessados em participar da pesquisa devem entrar em contato pelo e-mail dpocmotiva2024@ufscar.br ou pelo Whatsapp (16) 99721-2469.
 

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