Inpe divulga mapas da hidrografia e da cobertura vegetal, informações importantes para saber como cada um dos países amazônicos está cuidando de suas respectivas áreas na maior floresta tropical do mundo (foto: divulgação)
Inpe divulga mapas da hidrografia e da cobertura vegetal, informações importantes para saber como cada um dos países amazônicos está cuidando de suas respectivas áreas na maior floresta tropical do mundo
Inpe divulga mapas da hidrografia e da cobertura vegetal, informações importantes para saber como cada um dos países amazônicos está cuidando de suas respectivas áreas na maior floresta tropical do mundo
Inpe divulga mapas da hidrografia e da cobertura vegetal, informações importantes para saber como cada um dos países amazônicos está cuidando de suas respectivas áreas na maior floresta tropical do mundo (foto: divulgação)
Agência FAPESP - A Amazônia Sul-Americana acaba de ganhar dois novos mapas, resultados do Projeto Panamazônia 2, desenvolvido por técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os mapas trazem dados de hidrografia e da cobertura vegetal referentes ao período 1999-2000.
Com a novidade, será possível saber com mais detalhes como cada um dos países amazônicos está cuidando de suas respectivas florestas. A lista de nações é formada por Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
"É uma iniciativa fundamental para que a conservação da biodiversidade no ambiente amazônico possa ser estudada de maneira integrada pelos países que detêm esse domínio", afirma Paulo Roberto Martini, coordenador do projeto, à Agência FAPESP.
Segundo Martini, pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto do Inpe, o trabalho envolve análise e interpretação de informações sobre savanas, cerrados, solo com rebrota, áreas de desflorestamentos, vegetação queimada e hidrografia, além do mapeamento de estradas, portos e cidades. Processos e metodologias que continuam, agora para a produção de novos mapas, com dados mais recentes.
A base de dados do projeto, incluindo mapas em alta resolução, está disponível para consulta pública pela internet. "Pelos mapas, fica evidente que o ritmo de desmatamento no Brasil está muito mais acelerado. Países como a Guiana Francesa e o Suriname, por exemplo, conseguiram manter os mesmos valores de desmatamento identificados em meados da década de 1990", conta Martini.
Os dados cartográficos da floresta amazônica foram obtidos pelo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers) e pelos satélites Landsat e Terra/Modis, da Nasa, a agência espacial norte-americana.
O Projeto Panamazônia 2, previsto para terminar no fim de 2007, é liderado pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e pela Sociedade de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (Selper).
Mais informações: www.dsr.inpe.br/panamazon.htm.
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