O objetivo da visita dos representantes de uma das principais instituições acadêmicas norte-americanas foi estreitar laços com a Fundação paulista e verificar a possibilidade de se fazer algum tipo de parceria.
"Estamos estreitando nossas relações com instituições de outros países e acreditamos ser o Brasil um parceiro potencial extremamente importante", disse Mote. Uma possibilidade seria a realização de um convênio entre as instituições para o intercâmbio de pesquisadores entre os dois países.
A universidade norte-americana mantém convênios com diversas universidades brasileiras, mas a parceria com a FAPESP seria a primeira com uma agência de fomento na América do Sul.
Segundo Mote, engenharia, física, matemática, ciência da computação e geofísica são algumas das áreas do conhecimento cobertas pela Universidade de Maryland que poderiam ser mais atrativas para receber pesquisadores brasileiros.
Em relação aos alunos da instituição norte-americana, Sosnowski destaca um possível interesse maior, para se fazer pesquisas no Brasil, nas áreas de meio-ambiente, antropologia, história e ciências da vida.
Criada em 1858, a Universidade de Maryland é uma instituição pública que oferece 94 cursos e tem cerca de 25 mil alunos. O orçamento em 2003 foi de US$ 1,1 bilhão.
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