Centenas de startups de toda a América Latina concorreram ao prêmio (imagem: Akshay Krishna/Unsplash)

Inovação
Startup apoiada pelo Programa PIPE-FAPESP vence prêmio Deep Tech
05 de janeiro de 2026

Forza Composites, empresa de base tecnológica sediada em São José dos Campos, foi reconhecida na categoria “Energy Storage and Generation”

Inovação
Startup apoiada pelo Programa PIPE-FAPESP vence prêmio Deep Tech

Forza Composites, empresa de base tecnológica sediada em São José dos Campos, foi reconhecida na categoria “Energy Storage and Generation”

05 de janeiro de 2026

Centenas de startups de toda a América Latina concorreram ao prêmio (imagem: Akshay Krishna/Unsplash)

 

Agência FAPESP – A Forza Composites, startup de base tecnológica sediada em São José dos Campos (SP), foi reconhecida como deep tech na categoria “Energy Storage and Generation” durante o Deep Tech Summit 2025, evento que promove a conexão exclusiva entre o mercado, representado por indústrias, investidores e pesquisadores.

A empresa de desenvolvimento e inovação em materiais compósitos é apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP. “O apoio da Fundação tem sido essencial para a estruturação de sua jornada tecnológica, permitindo o desenvolvimento de soluções inovadoras em materiais compósitos avançados aplicados a armazenamento e geração de energia”, destaca Sérgio Nascimento, diretor de Operações da Forza Composites, para a Agência FAPESP.

Atualmente a startup está desenvolvendo projeto com financiamento da FAPESP que busca desenvolvimento de uma nova geração de pré-impregnados tipo towpreg de fibra de carbono e de vidro utilizando resinas vitrímeras combinadas com agente de cura dissulfeto de 2-aminofenil.

Centenas de startups de toda a América Latina concorreram ao prêmio. Além de vencer na categoria “Energy Storage and Generation”, a Forza Composites ficou entre as Top 8 Deep Techs do ano.

“O reconhecimento reforça a importância do fomento público à inovação científica e tecnológica e evidencia o impacto positivo do PIPE-FAPESP na criação de empresas deep techs com relevância internacional”, comenta Nascimento.
 

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