Dirigentes da FAPESP e da GDSTC na sala do Conselho Superior da Fundação (foto: Phelipe Janning/Agência FAPESP)
Produção de alimentos, uso de drones na agricultura, inteligência artificial, biotecnologia, medicina chinesa e meio ambiente são algumas das áreas de interesse
Produção de alimentos, uso de drones na agricultura, inteligência artificial, biotecnologia, medicina chinesa e meio ambiente são algumas das áreas de interesse
Dirigentes da FAPESP e da GDSTC na sala do Conselho Superior da Fundação (foto: Phelipe Janning/Agência FAPESP)
Helo Reinert | Agência FAPESP – Uma delegação da Província de Guangdong, na China, visitou a FAPESP com a missão de identificar novas oportunidades de cooperação. Segundo Yang Jun, diretor-adjunto do Departamento de Ciência e Tecnologia da Província de Guangdong (GDSTC, na sigla em inglês), como o Estado de São Paulo é um parceiro estratégico em ciência, prospectar novas formas de cooperação é fundamental. Produção de alimentos, uso de drones na agricultura, inteligência artificial, biotecnologia, medicina chinesa e meio ambiente são algumas das áreas para as quais Guangdong busca colaboração. A reunião foi coordenada por Raul Machado, gerente de Relações Institucionais da FAPESP.
O assessor da Diretoria Científica da FAPESP, Niels Olsen Saraiva Câmara, destacou que vários tópicos de interesse da GDSTC se encaixam nos eixos estratégicos da agenda de pesquisa da Fundação e apresentou os principais programas de pesquisa apoiados pela instituição. “A internacionalização é muito importante e dispomos de variadas formas de cooperação”, acrescentou. Entre elas estão o programa de mobilidade de pesquisadores entre as instituições parceiras e a realização de chamadas conjuntas.
Marcio de Castro, diretor científico da FAPESP, lembrou que ainda não existe um acordo específico entre a Fundação e a instituição de Guangdong (GDSTC). A assinatura do memorando de entendimento precede a abertura de chamada conjunta em áreas específicas. “Existem excelentes oportunidades de colaboração em áreas de excelência tanto com a China quanto com Guangdong especificamente”, disse. A colaboração entre pesquisadores do Estado de São Paulo e da Província de Guangdong resultou em 116 publicações no ano passado, o que equivale a 10,9% da produção em parceria realizada com a China.

Li Zhengfang, membro da delegação de Guangdong, na China, e Marcio de Castro, diretor científico da FAPESP, durante a reunião (Phelipe Janning/Agência FAPESP)
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