Coordenador do Instituto de Neurociências de Natal, Miguel Nicolelis acredita no apoio da iniciativa privada para fazer pesquisa no Brasil e transformar o conhecimento científico em projetos sociais e educacionais (foto: K.Fusaro)
Coordenador do Instituto de Neurociências de Natal, Miguel Nicolelis acredita no apoio da iniciativa privada para fazer pesquisa no Brasil e transformar o conhecimento científico em projetos sociais e educacionais
Coordenador do Instituto de Neurociências de Natal, Miguel Nicolelis acredita no apoio da iniciativa privada para fazer pesquisa no Brasil e transformar o conhecimento científico em projetos sociais e educacionais
Coordenador do Instituto de Neurociências de Natal, Miguel Nicolelis acredita no apoio da iniciativa privada para fazer pesquisa no Brasil e transformar o conhecimento científico em projetos sociais e educacionais (foto: K.Fusaro)
"As empresas têm interesses legítimos. Os objetivos são, obviamente, voltados ao mercado, mas os benefícios são para a sociedade", disse o neurocientista à Agência FAPESP. Segundo ele, importantes parcerias acertadas com a iniciativa privada serão anunciadas em breve.
Durante a conferência "A ciência como agente de transformação social", realizada na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Florianópolis, Nicolelis disse pretender que os laboratórios do instituto funcionem como incubadoras para grandes empresas. Nessas incubadoras seriam desenvolvidos pesquisas e produtos para o tratamento de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, além de investir em recursos humanos qualificados.
Nicolelis contou que o Instituto de Neurociências de Natal, inaugurado em 2005, terminou a construção de quatro dos 25 laboratórios direcionados à pesquisa básica e tem 20 crianças em cursos de educação formal, mas com linha pedagógica voltada para a melhoria na eficiência do aprendizado. Outra meta é fazer a inclusão social de mães e crianças especiais.
O projeto recebeu um aporte financeiro de R$ 4,5 milhões do governo brasileiro, por meio dos Ministérios da Educação, da Saúde e da Ciência e Tecnologia, além da promessa de liberação de outros R$ 7 milhões. A universidade de Duke doou US$ 300 mil em equipamentos. O instituto também tem, entre outros parceiros, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.
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