Equipe brasileira ganhou também prata e bronze e ficou em 12º entre os 76 países participantes (foto: Vínicius Armelin)

Dois estudantes brasileiros conquistam ouro na Olimpíada Internacional de Química
06 de agosto de 2018

Equipe brasileira ganhou também prata e bronze e ficou em 12º entre os 76 países participantes

Dois estudantes brasileiros conquistam ouro na Olimpíada Internacional de Química

Equipe brasileira ganhou também prata e bronze e ficou em 12º entre os 76 países participantes

06 de agosto de 2018

Equipe brasileira ganhou também prata e bronze e ficou em 12º entre os 76 países participantes (foto: Vínicius Armelin)

 

Agência FAPESP – Depois de colecionar medalhas de prata e bronze ao longo de décadas, o Brasil conquistou, pela primeira vez, medalhas de ouro na International Chemistry Olympiad (IChO). A 50ª edição do evento, que teve a participação de equipes de 76 países, foi realizada entre os dias 18 e 29 de julho em Bratislava, na Eslováquia e Praga, na República Tcheca.

Os quatro estudantes da delegação brasileira conquistaram medalhas. O paulista Vinícius Figueira Armelin e a cearense Ivna Ferreira Lima levaram ouro. João Victor Moreira Pimentel ficou com a prata e Orisvaldo Salviano Neto, com o bronze, ambos estudantes do Ceará.
Com esses resultados, somando a pontuação geral dos quatro estudantes brasileiros, o Brasil ficou na 12ª posição entre os 76 países (em 2017 esteve na 18ª).

Em julho, Armelin recebeu o Prêmio Talentos por ter vencido a Olimpíada de Química do Estado de São Paulo (OQSP-2018) e foi homenageado pela Abiquim durante o Encontro Anual da Indústria Química. 

Nas Olimpíadas de Química todos os competidores (no caso, 300) fazem dois exames, teórico (54 páginas) e prático (realizado individualmente em laboratório de química). A soma dos pontos nos dois exames determina a colocação de cada competidor na classificação geral. Os 10% do topo da lista recebem medalha de ouro; 20%, prata; 30% bronze.

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