O centro, que deverá estar concluído até o final do ano, terá 11 mil metros quadrados de área construída, cinco laboratórios e um ciclotron – equipamento acelerador de partículas que serve para tratamento de materiais nucleares destinados à produção de radiofármacos. Iniciada em 2000, a obra recebeu até agora R$ 19 milhões em recursos.
Para Campos, a iniciativa deverá descentralizar a produção de radiofármacos, que têm vida curta e podem perder as propriedades radioativas em poucas horas. O ministro também revelou estar em fase de estudos no MCT a instalação de um centro de irradiação de alimentos por raios gama, para eliminar fungos e bactérias de frutas produzidas no Vale do São Francisco.
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