Barroco vivo
24 de abril de 2006

Livro faz mapeamento das artes, literatura, música e arquitetura feitas no Brasil entre os séculos 17 e 18. Os textos partem da Igreja Católica como foco idealizador das manifestações culturais

Barroco vivo

Livro faz mapeamento das artes, literatura, música e arquitetura feitas no Brasil entre os séculos 17 e 18. Os textos partem da Igreja Católica como foco idealizador das manifestações culturais

24 de abril de 2006

 

Agência FAPESP - A riqueza cultural do Barroco brasileiro, entre os séculos 17 e 18, apenas aflorou em muitas regiões do Brasil Colônia porque a Igreja Católica também estava presente nessas áreas. Com o foco nessa relação foi produzido o livro Arte sacra colonial – Barroco Memória Viva, que acaba de chegar à segunda edição.

Co-editado pela Editora Unesp e pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o livro reúne estudos de 19 pesquisadores, que fazem um mapeamento das diversas vertentes barrocas identificadas principalmente em Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo.

Arquitetura, ornamentação dos templos religiosos, literatura e música. O leitor pode passear por todos esses assuntos ao ler os 18 capítulos do livro, que também contou com o apoio da FAPESP.

Um dos segmentos da obra é assinado pelo pesquisador Régis Duprat, que estuda a música barroca. Em 1985, Duprat descobriu, dentro de um missal da Igreja da Ordem Terceira dos Carmelitas de Mogi das Cruzes, as mais antigas partituras do Brasil. O documento foi datado como sendo de 1730.

Organizado por Percival Tirapeli, professor do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista, o livro também faz parte das comemorações dos 20 anos do projeto Barroco Memória Viva, uma iniciativa permanente da Reitoria da Unesp. O novo produto custa R$ 100.

Mais informações: www.editoraunesp.com.br


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