A Embrapa Milho e Sorgo, de Minas Gerais, ficou com o primeiro lugar na categoria Instituição de Pesquisa. O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), de São Paulo, e o Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos da Universidade Federal de São Carlos ficaram com os segundo e terceiro lugares.
Entre as pequenas empresas que investem em inovação tecnológica, o título ficou com a Pipeway Engenharia, do Rio de Janeiro. A empresa, que desenvolve produtos e presta serviços na área de inspeção de dutos, nasceu incubada na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, de onde saiu em 1997. Em 2002, investiu 5% de seu faturamento em pesquisa científica. Também subiram ao pódio nessa categoria a APPI Tecnologia, também do Rio, e a Lapidart, de Minas Gerais.
Há quase 30 anos no mercado e com pouco mais de mil funcionários, a SMAR, de São Paulo, bateu os seus concorrentes diretos, Petroflex e Siemens, na categoria grandes empresas. A fabricante de instrumentos para controle de processos já obteve oito patentes nos Estados Unidos. O resultado deriva de um investimento anual de 6,15% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento.
Mais duas categorias foram contempladas pelo prêmio organizado pela Financiadora de Estudos e Projetos, que ocorre em todas as regiões do país. Na categoria Produto, os três primeiros colocados foram: Clorovale Diamantes (SP), Fábrica Carioca de Catalisadores (RJ) e Itautec Philco (SP). As duas empresas paulistas dessa categoria já receberam apoio do Programa Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE) e Parceria para Inovação Tecnológica (PITE), ambos da FAPESP. Na Categoria Processo, pela ordem: Grupo Sabó (SP), Cenpes (RJ) e Oxiteno (SP).
Todos os primeiros colocados estão classificados, de forma automática, para a edição nacional do Prêmio Finep, que está marcado para o dia 30 de outubro. A premiação será em Brasília.
Mais informações sobre o prêmio e os vencedores: http:// www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=226.
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