Em pauta, a montagem do primeiro conselho da Fundação, que deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2006. Todas as instituições com direito a indicar representantes terão até o dia 9 de fevereiro para entregar as listas tríplices. Todos os nomes, posteriormente, deverão ser ratificados pelo governador Marconi Perillo.
No encontro do dia 19/12 (segunda-feira), os participantes discutiram sobre o perfil dos conselheiros e os critérios para a indicação dos nomes. Todos deverão ser doutores, ter boa produtividade e experiência comprovada em suas áreas de atuação. Os nomes indicados pelas universidades deverão, antes de entrar na lista tríplice, ser aprovados pelos conselhos universitários.
Segundo a lei que cria a Fapeg, o conselho superior será composto pelo presidente e mais 15 membros. A disposição das vagas será distribuída entre um número amplo de instituições. Essa divisão vai obedecer o seguinte critério:
- Universidade Federal de Goiás: 2 conselheiros
- Instituições de ensino superior federal: 1 conselheiro
- Instituições federais com ações em pesquisa, desenvolvimento e inovação: 1 conselheiro
- Universidade Estadual de Goiás: 2 conselheiros
- Instituições estaduais com ações em pesquisa, desenvolvimento e inovação: 2 conselheiros
- Instituições do sistema estadual de educação superior de Goiás: 1 conselheiro
- Universidade Católica de Goiás: 1 conselheiro
- Instituições de ensino superior de direito privado: 1 conselheiro
- Setor empresarial privado com ações em pesquisa, desenvolvimento e inovação: 2 conselheiros
- Secretaria de Ciência e Tecnologia: 1 conselheiro
Segundo a lei que estabelece a criação da Fapeg, a fundação terá direito a 0,75% da receita tributária do Estado de Goiás. Seus dirigentes, que deverão ter autonomia financeira e administrativa, movimentarão um orçamento anual de cerca R$ 30 milhões.
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