O estudo, apresentando na Acta Patologia Microbiologica Immunologica, resultou no Cystapep, como foi nomeado o produto. A nomeclatura é uma alusão à proteína cystatina, que deu origem ao peptídeo formador da nova substância.
Segundo os pesquisadores, os experimentos realizados até agora não apenas mostraram a eficiência do produto contra as bactérias como também demonstraram que o medicamento não afeta muito a flora bacteriana humana. Isso, segundo Jasir, pode ser considerado uma boa notícia.
As propriedades do Cystapep parecem ainda melhores, segundo as pesquisas já realizadas na Escandinávia. Em algumas situações, os cientistas conseguiram registrar um fato inédito. A mesma substância que agiu contra as bactérias, mostrou capacidade de matar, também, alguns tipos de vírus, como o que causa a pólio e a herpes.
A expectativa é que a nova droga possa ser usada comercialmente para combater infecções hospitalares num prazo de cinco a dez anos.
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