Diretores do CDMF estão entre os cientistas mais relevantes da ciência nacional | AGÊNCIA FAPESP

Diretores do CDMF estão entre os cientistas mais relevantes da ciência nacional Webometrics Ranking of World Universities apontou Elson Longo e José Arana Varela entre os pesquisadores brasileiros mais citados (foto: Divulgação)

Diretores do CDMF estão entre os cientistas mais relevantes da ciência nacional

29 de fevereiro de 2016

Agência FAPESP – O Webometrics Ranking of World Universities apontou os cientistas brasileiros mais citados de acordo com o Google Scholar Citations (GSC), indexador acadêmico do Google. Entre eles, estão Elson Longo e José Arana Varela, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), respectivamente, diretor e vice-diretor do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP. Varela é também diretor-presidente da FAPESP.

Longo e Varela têm atuação na área de cerâmica e nanotecnologia, com estudos de relevância internacional e que geraram inovação tecnológica e novas parcerias em pesquisa.

Longo sublinha que as parcerias com instituições internacionais trazem mais visibilidade ao trabalho realizado no Brasil. “A vivência fora do país colocou nosso grupo como referência, resultando num alto número de citações em trabalhos acadêmicos e abertura nos centros internacionais de excelência em pesquisa”, apontou à assessoria de comunicação do CDMF.

O CDMF integra o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN), articulando suas atividades à de uma rede de pesquisa que envolve a Unesp, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

Longo e Varela mantém uma parceria de quase 30 anos. Foi no conturbado fim da década de 80 que nasceu o Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica, o Liec. Especialistas em materiais cerâmicos, área que abrange desde a argila para louças e peças artesanais, passando por revestimentos de fornos da indústria siderúrgica, até pisos, azulejos, sensores e semicondutores, os pesquisadores têm, antes de tudo, uma ampla visão e gestão de projetos e parcerias entre o mundo acadêmico e a iniciativa privada.
 

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