Leitores em todos os Estados do Brasil e em diversos outros países, repercussão das reportagens publicadas junto à imprensa e modelo para iniciativas similares demonstram alcance do veículo de divulgação da FAPESP (ilust.:Hélio de Almeida)

Especiais

Agência FAPESP chega aos 100 mil assinantes

14/08/2012

Agência FAPESP – A Agência FAPESP chegou nesta segunda-feira (13/08) à marca dos 100 mil assinantes de seu boletim eletrônico.

Lançada em 24 de junho de 2003 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo como um serviço noticioso, eletrônico e gratuito, a Agência FAPESP conquistou um público expressivo com a publicação de reportagens sobre resultados de pesquisas, entrevistas com cientistas e notícias do setor de ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

Apesar de estar voltada principalmente para a divulgação de pesquisas feitas no Estado de São Paulo e apoiadas pela FAPESP, a Agência conta com leitores em todos os estados brasileiros. As cidades com maiores números de assinantes são, pela ordem: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Brasília, São Carlos, Curitiba, Salvador e São José dos Campos.

A Agência também tem um expressivo número de leitores no exterior, sejam brasileiros que vivem em outros países ou estrangeiros que assinam a edição em inglês do boletim. No exterior, os países com mais leitores da edição em português são: Estados Unidos, Portugal, França, Alemanha e Canadá. A edição em inglês é mais lida em: Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Alemanha e França.

A Agência FAPESP também marca presença nas redes sociais, com 16,2 mil seguidores pelo Twitter (@AgenciaFAPESP) e mais de 2 mil pelo Facebook (www.facebook.com/agenciafapesp).

“A FAPESP tem como uma das suas responsabilidades legais e estatutárias divulgar o resultado das pesquisas que financia e, em um sentido mais amplo, ver como aquilo que é atividade da FAPESP se insere no mundo do conhecimento. Quando a FAPESP foi criada, os meios de comunicação eram distintos do que são hoje. Então, evidentemente, há uma mudança muito significativa trazida pela revolução digital e a Agência FAPESP, ao atingir um público tão expressivo, é uma mostra dessa mudança”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.

“Estamos agora verificando um marco da presença da FAPESP na transmissão do conhecimento pela internet. Cem mil é uma divulgação extraordinária, uma vez que as pessoas que se cadastram para receber os boletins são aquelas com interesse pela divulgação feita. Chegar a tantos assinantes é algo merecedor de aplausos e de reconhecimento. Cumprimento os responsáveis pela qualidade do trabalho da Agência FAPESP, que explica por que chegamos a essa marca”, disse Lafer.

“Outro ponto fundamental é agradecer aos 100 mil assinantes, cujo interesse pela divulgação científica é uma demonstração clara da importância da continuidade e da melhoria constante do trabalho que vem sendo feito pela Agência FAPESP”, disse Lafer.

Pautando a imprensa

A Agência FAPESP envia boletins de segunda a sexta-feira a assinantes que se cadastraram por meio da internet (www.agencia.fapesp.br/assine). As reportagens e notícias divulgadas pela Agência FAPESP são reproduzidas ou ajudam a pautar veículos de comunicação como O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, Jornal do Brasil, Exame, UOL e Terra.

Os boletins também são recebidos por jornalistas de publicações de Norte a Sul do país. Em 2011, cerca de 480 veículos de todo o país reproduziram conteúdos da Agência FAPESP, com mais de 5,7 mil publicações. Entre os veículos com maior número de utilizações das notícias da Agência estão publicações variadas como: ZooNews, de Apucarana (PR); Revista Museu, do Rio de Janeiro (RJ); SIS Saúde, de Porto Alegre (RS); e Rede Notícia, de Ji-Paraná (RO).

“A marca de 100 mil assinantes revela que a Agência FAPESP presta um serviço de qualidade e utilidade reconhecido pela comunidade científica. Além de informar a comunidade a Agência contribui para a divulgação científica pautando temas e matérias relevantes na mídia impressa e eletrônica nacional”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

“Além de atingir diretamente um grande número de leitores, a Agência FAPESP contribui para atingir indiretamente ainda mais destinatários da informação que transmite, devido ao potencial que tem em contribuir para pautar na imprensa aquilo que é publicado, seja em veículos na internet ou na mídia tradicional”, disse Lafer.

Modelo de divulgação

“Fico muito feliz de ver a trajetória ascendente da Agência FAPESP, com aumento fantástico de seu público e de sua importância. Ter uma base ativa e operante de 100 mil assinantes mostra o acerto da ideia original e, sobretudo, do desenvolvimento e da prática efetiva desta ideia que a equipe da Agência mantém de forma criativa e original”, disse Carlos Vogt, diretor da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade Estadual de Campinas. Foi Vogt quem teve a ideia de lançar, em 2003, um veículo eletrônico de divulgação científica, quando era presidente da FAPESP.

“A Agência FAPESP cumpre um papel fundamental dentro da sociedade brasileira no sentido de que funciona como um agente divulgador poderoso de ciência, tecnologia e inovação nacionais. E é, por isso mesmo, um modelo para outras iniciativas internacionais, como é o caso da Agência DiCYT, da Universidade de Salamanca, na Espanha, que foi montada em cima do modelo da Agência FAPESP”, destacou Vogt.

“Nesse momento de comemoração é importante destacar o papel da FAPESP, cujos representantes tiveram a sabedoria de olhar para a questão da divulgação da ciência e do jornalismo científico como elementos-chave no processo de funcionamento e de cumprimento da função social de uma agência de fomento à pesquisa. Isso permitiu o nascimento da revista Pesquisa FAPESP, que também é uma referência para todos que trabalham no campo da divulgação científica e para os leitores interessados em ciência, e da Agência FAPESP, que foi pioneira na ideia de criar um mecanismo capaz de produzir elementos que pudessem contribuir para a circulação das ideias relacionadas à ciência, tanto do ponto de vista do fazer científico das políticas científicas e tecnológicas quanto das relações cada vez mais importantes da ciência com a sociedade”, disse Vogt.

Agência FAPESP: www.agencia.fapesp.br.

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